sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Nova edição e prólogo do livro “A Menina Que Roubava Livros” de Markus Zusak.

A Menina que Roubava Livros editada pela Intrínseca já vendeu mais de dois milhões de exemplares apenas em terras brasileiras, e conta a história da corajosa menina Liesel Meminger, que precisa ir morar com uma nova família na Alemanha em plena Segunda Guerra e, a partir dessa convivência, transforma a vida de todo mundo ao seu redor. O mais interessante da obra é que ela é narrada pela própria Morte.


Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta.
Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte.
O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar.
Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.
Vale lembrar que a direção do filme ficou por conta de Brian Percival, com roteiro de Michael Petroni e estreou mês passado no exterior. No Brasil sua estreia está prevista para 17 de janeiro de 2014. 
Fonte site: sobrelivros

2 comentários:

Gabryel Fellipe Ferreira Costa disse...

Amei esse novo prólogo! Ele cita a Ilsa Hermann que eu amo <3
Dia 31, estarei nos cinemas aguardando a estreia!
Ah, postei algo sobre, e vale visitar pra recordar algumas coisas sobre o livro e marcar no filme!

Vê, lá!
http://gabryelfellipeealgo.blogspot.com.br/2014/01/retrospectiva-e-contagem-regressiva.html

Eduardo Alves. disse...

Também amei, obrigado por visitar e comentar.

Postar um comentário